Month: July 2014

N_Goiânia 2014

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A semana foi cheia, mas resolvi postar para falar sobre o Congresso Nacional de Design que neste ano ocorreu na minha cidade, Goiânia.

N_Goiânia 2014

O N_Goiânia 2014 e seu lema ‘Mude seu estado’ trouxe uma lista extensa de palestrantes, cases, oficinas entre outros eventos. Se engana quem acha que o evento só interessava aos estudantes de Design Gráfico, de Interiores ou de Moda. Branding por exemplo, foi um tema recorrente.

Abrindo a semana, segunda-feira ocorreu um workshop de Naming de Guerrilha, ministrado pelo pessoal da Monodois que trabalha com Design Estratégico, onde pude rever muita coisa sobre o processo de criação de nomes de marcas. Parece simples, porém os detalhes e etapas do processo são longas e exigem uma metodologia e um cuidado todo especial.

Na terça-feira foi dia de acompanhar um dos maiores especialistas no assunto: Guilherme Sebastiany, que através da palestra “Como as marcas funcionam” falou muito sobre o processo de construção de marcas, bem como as marcas nos rodeiam e como elas ajudam a moldar nossa percepção sobre a qualidade do produto ou serviço oferecido.

Sebastiany

Sebastiany deu uma palestra leve, descontraída e sem rodeios. Ajudou também a desmistificar alguns temas como se uma boa marca ajuda ou não a vender mais. Ao final ainda respondeu uma série de perguntas, incluindo preciosas dicas de negociação com clientes e falou também sobre a atuação de seu escritório. Para quem também reside ou trabalha em Goiânia, Guilherme vez ou outra aparece na cidade para ministrar cursos no Coletivo Centopeia. Deve rolar algum curso no segundo semestre, inclusive.

Em sequência, Design to business: projetando marcas relevantes para pessoas e negócios, por Ciro Rocha. Apesar da temática similar, a palestra se focou bem mais na metodologia da captação de referenciais, bem como na construção e aplicação de toda a identidade visual.

Apesar do termo não ter sido mencionado durante a exposição, ficou claro que o Design Thinking, está realmente norteando as ações de design com aplicações mercadológicas. Melhor forma de se aprofundar foi correr para pegar o Workshop de Design Thinking ministrado por Alexandre Andrade da Designing.

Alexandre Andrade

Essa foto aliás foi retirada na Aula Pocket de Design Thinking para Negócios Criativos ministrada no Coletivo Centopeia, no qual tive o prazer de participar e finalmente conhecer o que estava por trás dessa nova tendência de mercado.

Qualquer empresa, profissional, departamento de Marketing que se preze, deve ter consciência que o Design Thinking é uma ferramenta poderosa de imersão, pesquisa, empatia e prototipagem, que engloba desde o início até a conclusão do projeto e permite que se minimize as chances de falha absoluta, pois é focada na empatia com o usuário final do produto ou serviço.

Design-Thinking

Ao contrário do que possa parecer o Design Thinking não é um processo revolucionário, complicado ou difícil. É apenas uma metodologia simples e eficaz para buscar resultados. Caso você trabalhe com Marketing, Design, Publicidade ou Economia Criativa, vale a pena se aprofundar.

Recomendo dois livros sobre o tema, Design Thinking do Tim Brown, CEO da Ideo e Design Thinking Brasil, dos autores Luis Alt e Tennyson Pinheiro. Esse último, inclusive é minha leitura atual nessa semana, o livro de Alt e Pinheiro seria minha indicação para quem, assim como eu está começando e procurando entender como funciona.

Design Thinking BR

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Twitter – Chiclete & Camisinha

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Twitter - Chiclete & Camisinha
Twitter – Chiclete & camisinha

Seguindo o fluxo de leitura temático sobre Mídias Sociais, tive a sorte de encontrar um exemplar de ‘Twitter – Chiclete & camisinha’ em promoção na Fnac do Shopping Flamboyant. Paguei módicos R$ 12,90 reais, que me pareceu uma pechincha se levar em conta que nunca vejo o mesmo por menos de R$ 60 em média nas livrarias.

Confesso que achei o título curioso e instigante. É uma forma de se destacar no meio a um mar de publicações similares sobre Mídias Sociais entre outros. Esta obra se foca exclusivamente no Twitter, ao contrário da grande maioria que tenta abraçar diversas mídias sociais.

Outra leitura rápida que acabou me ocupando pouco mais que uma tarde. Sua diagramação com fontes grandes, bom espaçamento e inúmeras figuras tornam a leitura agradável. O autor alerta nas páginas iniciais que o livro pouco poderia agregar a quem conhece a ferramenta com profundidade. Ignorando o conselho, decidi prosseguir a leitura para poder avaliar melhor.

Ao terminar a leitura, vi que a advertência inicial do livro realmente era válida: o livro não tem a pretensão de agregar nada de especial ao que já foi publicado ou debatido sobre a ferramenta de microblogging. Porém, Tagil e seu tom jornalístico de formação, trazem a obra um bom pontapé inicial pra todos que desconhecem completamente o modus operandi e  as oportunidades trazidas pela rede social.

Um pouco mais antigo (creio que seja de 2010 se não me falha a memória) e portanto ganhando um ponto positivo por seu pioneirismo, a obra de Tagil acaba padecendo do mal dos livros impressos sobre um fenômeno em tão constante mutação: a grande maioria de ferramentas citadas já nem existem mais, ou em alguns casos perderam espaço para serviços melhores e mais práticos.

Tenho feito uma leitura sistemática de livros sobre o tema. E se antes, havia um número escassos de títulos específicos sobre Mídias Sociais e Redes Sociais, nos últimos meses não se pode dizer o mesmo, cada visita ou passada rápida em lojas virtuais ou seções, os livros se multiplicam. 

O que se pode dizer é que existem duas grandes categorias: Algumas obras tentam explicar o fenômeno das Mídias Sociais, seus números expressivos e seus impactos já visíveis no marketing, na sociedade e nas relações de consumo. É o caso de Socialnomics, de Erik Qualman. Outros se focam de forma demasiada nas ferramentas e nas explicações de como essas funcionam, de forma a orientar o leitor ao uso funcional das Mídias Sociais, esse último é o caso de Twitter – Chiclete & Camisinha. Não que isso torne o livro ruim, nem que não haja um contexto sobre a ferramenta pois no final o autor mesmo traz alguns cases, como o conhecido caso da Dell que usa o Twitter para venda de computadores de ponta de estoque.

Se você não conhece, nunca leu nada sobre e se acha um extraterrestre por não saber o básico do Twitter, o livro pode ser uma ótima leitura inicial, mas se você já tem um pouco mais de intimidade com a rede, dê preferência para ‘A Era do Twitter, de Shel Israel’.

Marketing de crescimento

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Novo livro de Philip Kotler
Marketing de Crescimento

Me preparando para a palestra do Philip Kotler em Brasília, no final de Agosto, aproveitei o tempo livre desse sábado para finalizar a leitura de seu mais recente livro: Marketing de Crescimento, 8 Estratégias para conquistar mercados.

O livro é bem curto e sucinto. São apenas 165 páginas que não devem exigir mais do que uma tarde de leitura. Porém se engana quem acha que o número reduzido de páginas depõe contra o conteúdo da obra, Kotler mostra “o caminho das pedras” para profissionais de marketing e empresas que estão preocupadas com as incertezas e mudanças bruscas do mercado atual.

Apontando tendências e depois mostrando um guia rápido, porém muito rico e útil de estratégias de crescimento, o autor mostra quais são os 8 caminhos que precisam da atenção e atuação, que vão desde a criação e concepção de marcas fortes, passando pela exploração de mercados de nicho, expansão global e a tão em voga responsabilidade social.

Marketing de Crescimento, talvez peque por não ser tão bom ou elucidativo quanto seu livro anterior, Marketing 3.0, porém não deixa de ser um excelente complemento ao que Kotler já alertava em sua obra anterior. Ou seja: isolada, a obra talvez pareça vaga, porém aliada aos ensinamentos anteriores, torna-se um material rico e bem referencial das atuais mudanças e possíveis tendências de Marketing.

Por fim, sempre é bom ouvir a voz da experiência. Ainda mais se essa voz é de uma autoridade do calibre de Philip Kotler.

Hello, World!

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Hello, World!